Indicadores BR

Corrupção

Controle da corrupção, pelo Banco Mundial

Nota de controle da corrupção dos Indicadores Mundiais de Governança, de 0 a 100, de 1996 a 2025

Como ler o gráfico

Cada linha mostra a nota de um país em controle da corrupção, um dos seis Indicadores Mundiais de Governança do Banco Mundial, em escala de 0 a 100: quanto maior, melhor o controle percebido. Use os botões acima do gráfico para escolher até 5 países. O indicador combina dezenas de pesquisas e avaliações de especialistas, empresas e cidadãos, e mede a percepção de quanto o poder público é usado para ganho privado, incluindo a pequena e a grande corrupção e a captura do Estado por interesses privados. Até 2002 o Banco Mundial publicava a cada dois anos, por isso não há 1997, 1999 nem 2001. Em dezembro de 2025 o Banco Mundial revisou o método, adotou a escala de 0 a 100 e recalculou toda a série desde 1996; valores de publicações anteriores, como o antigo percentil, não se comparam com estes. Cada nota tem margem de erro de cerca de cinco pontos para cima e para baixo. As faixas de governo localizam os anos e não atribuem causa.

Contexto

Os Indicadores Mundiais de Governança, do Banco Mundial, avaliam mais de 200 países e territórios desde 1996 em seis dimensões: voz e responsabilização, estabilidade política, efetividade do governo, qualidade regulatória, Estado de direito e controle da corrupção.

O Brasil teve 50,4 em 1996 e 40,4 em 2025. A nota mais alta da série foi a de 2011 (52,4) e a mais baixa, a de 2017 (38,6). Em 2025, Uruguai (79,4) e Chile (70,2) ficaram acima, e Argentina (40,3) e México (29,0), abaixo. O próprio Banco Mundial alerta que as notas são estimativas, e não classificações definitivas.

O indicador do Banco Mundial e o Índice de Percepção da Corrupção usam parte das mesmas fontes e por isso costumam andar juntos. Os dois medem percepção, e não casos comprovados de corrupção.

Fonte: Banco Mundial, Indicadores Mundiais de Governança (atualização 2026)