Mundo
Índice de Desenvolvimento Humano dos países
IDH de 193 países, de 0 a 1, em 2023 (Relatório de Desenvolvimento Humano 2025)
Como ler a tabela
A tabela lista os países do maior para o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que vai de 0 a 1: quanto mais perto de 1, melhor. A primeira coluna é a posição no ranking do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); países com o mesmo valor dividem a posição. Os dados são de 2023 e saíram no Relatório de Desenvolvimento Humano 2025, a edição mais recente. A faixa segue o critério do PNUD: muito alto a partir de 0,800, alto de 0,700 a 0,799, médio de 0,550 a 0,699 e baixo abaixo de 0,550. Coreia do Norte e Mônaco ficam fora porque o PNUD não calcula o índice para eles. A cada edição o PNUD revisa a série inteira, e por isso posições de anos anteriores devem ser comparadas dentro do mesmo relatório.
Contexto
O IDH foi criado pelo PNUD em 1990 para medir o desenvolvimento além da renda. Ele combina três dimensões: vida longa e saudável, medida pela expectativa de vida ao nascer; acesso ao conhecimento, medido pelos anos de estudo dos adultos e pelos anos esperados de estudo das crianças; e padrão de vida, medido pela renda nacional por habitante em paridade do poder de compra.
Em 2023, a Islândia teve o maior IDH (0,972), seguida de Noruega e Suíça (0,970). O Brasil ficou em 84º lugar, com 0,786, na faixa de desenvolvimento humano alto.
Por resumir saúde, educação e renda num único número, o IDH serve para comparar países e acompanhar a evolução de cada um. O próprio PNUD publica índices complementares, que descontam a desigualdade ou incluem pressões ambientais, porque a média nacional pode esconder grandes diferenças dentro de um país.
Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Relatório de Desenvolvimento Humano 2025