Saúde
Mortalidade materna no Brasil
Mortes de mulheres por causas ligadas à gravidez, ao parto e ao pós-parto, por 100 mil nascidos vivos, de 1990 a 2023
Como ler o gráfico
A razão de mortalidade materna conta as mortes de mulheres durante a gravidez ou até 42 dias depois do parto, por causas ligadas à gestação, para cada 100 mil crianças nascidas vivas. Como parte dessas mortes não é registrada como materna no atestado de óbito, o Ministério da Saúde corrige os números. As duas linhas usam correções diferentes e não se emendam: a do método atual começa em 2009 e é a usada pelo Brasil no acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. O dado de 2024 ainda não foi publicado. As faixas de governo localizam os anos e não atribuem causa.
Contexto
Pelo método antigo, a razão caiu de 143,2 em 1990 para 64,8 em 2011. Pelo método atual, ficou entre 55,3 e 72,4 de 2009 a 2023, fora 2020 e 2021.
O pico de 2021, de 117,4 mortes por 100 mil nascidos vivos, coincide com a fase mais grave da pandemia de covid-19. Em 2023, a razão foi de 55,3.
A meta do Brasil nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é chegar a 30 mortes por 100 mil nascidos vivos até 2030.
Fonte: Ministério da Saúde, razão de mortalidade materna (publicada pelo IBGE como indicador ODS 3.1.1)