Políticas públicas
Patrimônio típico dos deputados e senadores eleitos
Mediana dos bens declarados ao TSE pelos eleitos em cada eleição, em R$ milhões de 2025 (corrigidos pelo IPCA), de 2006 a 2022
Como ler o gráfico
A mediana é o valor do meio: metade dos eleitos declarou mais que ele e metade, menos. Ela é usada aqui porque poucos patrimônios muito altos puxariam a média para cima. Os valores foram corrigidos pela inflação até 2025 pela média anual do IPCA do ano da eleição (cálculo deste site). O valor é o declarado pelo candidato ao registrar a candidatura: bens costumam entrar pelo valor de compra, e dívidas não entram. Quem não declarou bens conta como zero. O Senado renova um terço das cadeiras em 2006, 2014 e 2022 (27 eleitos) e dois terços em 2010 e 2018. Em 2018 são 53 senadores, como no resultado atual do TSE: em Mato Grosso, a candidata eleita aparece hoje como inapta, e o senador escolhido na eleição suplementar de 2020 não entra na conta. A tabela traz também os valores sem correção, quantos declararam mais de R$ 1 milhão de 2025 e a soma dos patrimônios.
Contexto
Em 2022, a mediana dos deputados federais eleitos foi de R$ 1,17 milhão em valores de 2025, contra R$ 1,60 milhão em 2006.
Dos 513 deputados eleitos em 2022, 278 declararam mais de R$ 1 milhão em valores de 2025; em 2006, eram 326.
A soma dos bens declarados pelos deputados eleitos foi de R$ 1,80 bilhão em 2022 e de R$ 3,52 bilhões em 2006, em valores de 2025.